Caminhar após a refeição ajuda a baixar a glicose?
Saiba como caminhar após as refeições pode ajudar a glicose, o que os estudos mostram e quais cuidados considerar com insulina, hipoglicemia e pés.
Saiba como caminhar após as refeições pode ajudar a glicose, o que os estudos mostram e quais cuidados considerar com insulina, hipoglicemia e pés.
Caminhar 15 minutos após almoçar ou jantar pode sim reduzir sua glicose! Melhora a sensibilidade à insulina por até 24 horas, ajudando a controlar os níveis de açúcar no sangue. #Diabetes #Saude #BemEstar #Glicose
Entenda o que muda entre beterraba inteira, cozida e suco, como observar a refeição e por que índice glicêmico não decide tudo.
Descubra a dieta da selva: baseada em proteínas, legumes e folhas verdes. Complemente com pouco carboidrato para uma alimentação rica e baixa em gorduras. Esqueça a base de arroz e feijão! #DietaDaSelva #Nutrição #Saúde #Alimentação
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Se a sua glicose em jejum deu 103 mg/dL e você não tem diagnóstico de diabetes, esse resultado merece atenção, mas não deve ser interpretado sozinho. Neste vídeo, eu explico quando esse valor pode ser apenas um achado isolado, por que a hemoglobina glicada e, em alguns casos, o teste oral de tolerância à glicose ajudam a investigar melhor, e quando vale a pena procurar o médico para descartar pré-diabetes ou diabetes tipo 2. Curta, comente e compartilhe com quem está com a glicose alterada e ainda não sabe o que isso pode significar.
#prediabetes #glicoseemjejum #diabetestipo2
📚 Estudos científicos:
▪️ American Diabetes Association, 2026. Os critérios diagnósticos incluem glicose de jejum, hemoglobina glicada e teste oral de tolerância à glicose. Para pré-diabetes, a faixa de glicose em jejum vai de 100 a 125 mg/dL, o que reforça que um valor como 103 mg/dL pede investigação e contexto clínico, não pânico. 👉 https://diabetesjournals.org/care/article-pdf/49/Supplement_1/S27/848854/dc26s002.pdf
▪️ CDC, 2024. O CDC informa que pré-diabetes pode ser identificado por hemoglobina glicada entre 5,7% e 6,4% e que, no teste oral de tolerância à glicose, valores de 140 a 199 mg/dL em 2 horas sugerem pré-diabetes. Isso ajuda a entender por que um exame isolado nem sempre fecha diagnóstico. 👉 https://www.cdc.gov/diabetes/diabetes-testing/index.html
▪️ NIDDK, 2025. O NIDDK destaca três métodos recomendados para identificar pré-diabetes: hemoglobina glicada, glicose plasmática em jejum e teste oral de tolerância à glicose com 75 g. Isso sustenta a ideia do vídeo de aprofundar a avaliação quando a glicose em jejum vem alterada. 👉 https://www.niddk.nih.gov/health-information/professionals/clinical-tools-patient-management/diabetes/game-plan-preventing-type-2-diabetes/prediabetes-screening-how-why/recommended-tests-identifying-prediabetes
▪️ USPSTF, 2021. A força-tarefa recomenda rastreamento para pré-diabetes e diabetes tipo 2 em adultos de 35 a 70 anos com sobrepeso ou obesidade, além de encaminhamento para intervenções preventivas quando houver pré-diabetes. Isso reforça a importância de investigar cedo e agir antes da progressão. 👉 https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/recommendation-topics/uspstf-a-and-b-recommendations
Assista também:
🚨🚨 QUEM TEM DIABETES PODE TOMAR ÔMEGA-3?
https://youtu.be/egtK_tInvQI
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⏱️ CAPÍTULOS DO VÍDEO
00:00 – Glicose 103 é alta para quem não tem diabetes?
00:37 – Quando a hemoglobina glicada entra na investigação
01:35 – Glicose de jejum isolada pede atenção?
02:08 – Alerta para pré-diabetes e diagnóstico precoce
02:39 – Quando procurar o médico após glicose acima de 100
03:11 – Hábitos que ajudam a evitar diabetes tipo 2
03:42 – Quando 103 em jejum pode não fechar diagnóstico
04:13 – Para quem já tem pré-diabetes ou diabetes tipo 2
04:46 – Descobrir pré-diabetes pode ser um alerta valioso
05:39 – Comente sua situação e participe
06:27 – Compartilhe com quem está com a glicose alterada
07:21 – Deixe sua nota no vídeo
07:46 – Continue aprendendo no canal
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Edu é farmacêutico, especialista em Diabetes, com foco em atenção farmacêutica e prevenção de complicações. Vive com Diabetes tipo 1 há mais de 20 anos e já ajudou centenas de pacientes a compreender e lidar melhor com a condição.
Isenção de responsabilidade:
As informações deste canal têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a orientação de médicos ou outros profissionais de saúde qualificados. Para dúvidas sobre sua condição, procure sempre um profissional de confiança.
📚 Informação é o melhor remédio para tratar Diabetes!
Assuntos relacionados: #edudiabetes #diabetestipo2 #diabetes
Veja cinco ideias acessíveis para o café da manhã e aprenda a observar ingredientes, bebidas, reaproveitamento e a refeição completa.
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Farinha de mandioca parece simples e muito comum no dia a dia, mas para quem tem diabetes ela pode atrapalhar bastante o controle da glicose, principalmente quando entra como hábito frequente e em cima de outras fontes de carboidrato. Neste vídeo do EDU Diabetes, eu explico de forma simples por que a farinha de mandioca tende a exigir mais cuidado, o que fez uma inscrita baixar a hemoglobina glicada de 9 para 6,5 em poucos meses e por que o pé diabético precisa de atenção rápida para evitar complicações graves. Curta, comente, compartilhe e envie este vídeo para outras pessoas que também querem entender melhor esses 3 temas tão importantes no diabetes. A ADA e o NIDDK seguem reforçando que o controle glicêmico depende de rotina com alimentação, atividade física, uso correto dos remédios e acompanhamento contínuo.
#diabetes #farinhademandioca #hemoglobinaglicada
📚 Estudos científicos:
▪️ American Diabetes Association — Understanding Carbs — A ADA reforça que os carboidratos são quebrados em glicose e elevam a glicemia, por isso o tipo e a quantidade do carboidrato fazem muita diferença para quem tem diabetes. Isso ajuda a entender por que farinhas pobres em fibra tendem a exigir mais atenção no prato. 👉 https://diabetes.org/food-nutrition/understanding-carbs
▪️ NIDDK — Healthy Living with Diabetes — O NIDDK destaca que planejamento alimentar, atividade física e uso correto dos medicamentos são pilares do controle do diabetes, o que conversa diretamente com o caso da inscrita que melhorou a glicada com rotina e bons hábitos. 👉 https://www.niddk.nih.gov/health-information/diabetes/overview/healthy-living-with-diabetes
▪️ NIDDK — Food Portions: Choosing Just Enough for You — O NIDDK reforça que controlar porções é uma parte importante do tratamento, especialmente para alimentos ricos em carboidratos e calorias, o que ajuda a contextualizar a necessidade de atenção com farinha de mandioca e outros carboidratos concentrados. 👉 https://www.niddk.nih.gov/health-information/weight-management/just-enough-food-portions
▪️ CDC — Your Feet and Diabetes — O CDC explica que controlar a glicose e cuidar rapidamente de feridas nos pés é essencial para reduzir risco de infecção, piora da lesão e amputações, reforçando a urgência do cuidado no pé diabético. 👉 https://www.cdc.gov/diabetes/diabetes-complications/diabetes-and-your-feet.html
Assista também:
🚨🚨 FAÇA ESSE EXERCÍCIO DEPOIS DE COMER (BAIXA A GLICOSE)
https://youtu.be/tF7hlWmRHj4
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⏱️ CAPÍTULOS DO VÍDEO
00:00 – Diabético pode comer farinha de mandioca?
00:33 – Farinha de mandioca e glicose: por que esse tema merece atenção
00:48 – Diabético tipo 2 deve evitar farinha de mandioca?
01:23 – Farinha no feijão, no açaí e em outros hábitos do dia a dia
02:00 – Farinhas que o diabético pode consumir com mais inteligência
02:38 – Como uma inscrita baixou a hemoglobina glicada de 9 para 6,5
03:10 – Alimentação, atividade física e remédios: os 3 pilares do resultado
03:48 – Perda de peso, resistência à insulina e melhora da glicose
04:30 – Rotina de bons hábitos e queda da hemoglobina glicada
05:22 – Como tratar o pé diabético e por que isso é urgente
06:28 – Neuropatia diabética, feridas e risco de amputação
07:42 – Profissional especializado, glicose mais controlada e cicatrização
08:42 – Quando até exercícios com as mãos podem ajudar
09:48 – Deixe sua pergunta para os próximos vídeos do Edu Responde
10:14 – Compartilhe este vídeo com quem tem dúvidas sobre farinha, glicada e pé diabético
11:17 – Deixe sua nota e diga qual dos 3 temas mais te interessou
12:17 – Continue maratonando o canal para aprender mais sobre farinhas, alimentação e diabetes
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Assuntos relacionados: #edudiabetes #diabetestipo2 #diabetes
Médicos focam em hábitos para pré-diabéticos, não em remédios. Seu controle da glicose é feito em casa: alimentação, exercício e peso. #Saúde #ControleGlicêmico #PreDiabetes #Diabetes #SaudeEmCasa #HabitosSaudaveis #Glicose
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Chocolate comum parece inofensivo, mas para quem tem diabetes ele pode atrapalhar bastante o controle da glicose, principalmente quando entra na rotina como “só um pedacinho” várias vezes ao dia. Neste vídeo do EDU Diabetes, eu explico de forma simples por que certos chocolates têm muito açúcar, gordura e baixa saciedade, o que observar na tabela nutricional e na lista de ingredientes, e por que aprender a ler o rótulo pode evitar picos de glicemia e mais dificuldade no tratamento. Curta, comente, compartilhe e envie este vídeo para outras pessoas que também têm essa dúvida. A ADA segue reforçando a importância de limitar açúcares adicionados e priorizar carboidratos de melhor qualidade no diabetes.
#diabetes #chocolate #glicemia
📚 Estudos científicos:
▪️ American Diabetes Association, 2025 — A ADA reforça que fibras ajudam no equilíbrio da glicose e da saciedade e que açúcares adicionados tendem a elevar a glicemia, o que sustenta a ideia de que chocolates muito açucarados e pobres em fibra não são boas escolhas para a rotina. 👉 https://diabetes.org/food-nutrition/understanding-carbs
▪️ NIDDK, 2026 — O NIDDK orienta organizar refeições com carboidratos de melhor qualidade e atenção às porções, reforçando que produtos refinados e muito palatáveis facilitam exageros e pioram o controle glicêmico. 👉 https://www.niddk.nih.gov/health-information/weight-management/just-enough-food-portions
▪️ PMC, 2024 — Chocolate intake and risk of type 2 diabetes — O estudo observacional encontrou associação entre maior consumo de chocolate amargo, e não chocolate total, com menor risco de Diabetes Tipo 2, mostrando que tipo, composição e contexto importam muito. Isso não valida chocolate branco ou recheado como boa opção. 👉 https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11616007/
▪️ PMC, 2024 — Effects of Cocoa Consumption on Cardiometabolic Risk Markers — A revisão sobre cacau aponta benefícios cardiometabólicos mais ligados ao cacau e seus flavanóis do que a chocolates ultraprocessados ricos em açúcar e gordura. Ou seja, não dá para tratar todo chocolate como se fosse igual. 👉 https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11206597/
Assista também:
🚨🚨 AMANHECER COM GLICEMIA ELEVADA: CAUSAS E SOLUÇÕES PRÁTICAS
https://youtu.be/LYfJltAojCk
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⏱️ CAPÍTULOS DO VÍDEO
00:00 – Quem tem diabetes pode comer chocolate?
00:25 – O perigo de beliscar chocolate todos os dias sem perceber
00:53 – Avaliando um chocolate branco recheado no quadro Quem Tem Diabetes
01:26 – Quantidade avaliada: 25 gramas e por que isso já chama atenção
02:05 – Calorias e carboidratos: muito açúcar em pouca quantidade
02:46 – Proteínas, gorduras e o que esse chocolate realmente entrega
03:16 – Lista de ingredientes: açúcar, farinha, gordura e ultraprocessamento
03:56 – Se for comer chocolate, qual tipo merece mais cuidado
04:27 – Por que esse chocolate pode subir a glicose como uma bebida adoçada
05:12 – O hábito de picotar e beliscar ao longo do dia piora ainda mais
06:25 – Aprender a ler rótulo e identificar “alto em açúcar” e “alto em gordura”
06:55 – Comente qual chocolate você quer que eu avalie no próximo vídeo
07:18 – Compartilhe este vídeo com quem ainda acha chocolate comum inofensivo
07:58 – Deixe sua nota e diga se ainda come ou já deixou o chocolate de lado
08:23 – Continue maratonando o canal para aprender mais sobre alimentação e diabetes
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Edu é farmacêutico, especialista em Diabetes, com foco em atenção farmacêutica e prevenção de complicações. Vive com Diabetes tipo 1 há mais de 20 anos e já ajudou centenas de pacientes a compreender e lidar melhor com a condição.
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Entenda como o cuscuz de milho pode entrar no café da manhã ou em outras refeições, considerando preparo, acompanhamentos e orientação individual.
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